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População aponta corrupção, falta de ética e impunidade como principais problemas
01/07/2015

Corrupção, falta de ética na política e impunidade estão a impedir o desenvolvimento da Guiné-Bissau, concluiu a população numa ronda de conferências regionais sobre a reconciliação nacional, anunciou hoje a missão das Nações Unidas no país.


 O egoísmo e a falta de tolerância completam o conjunto de cinco "principais questões que afligem o país e que devem ser abordadas na conferência nacional" sobre reconciliação, a realizar no final do ano, anunciou a ONU em comunicado.

As conclusões preliminares vão ser sistematizadas este fim-de-semana nas regiões de Bissau e Biombo, em três reuniões separadas, com centenas de participantes a discutir as raízes dos conflitos e as possíveis soluções.
 
Destes encontros são esperadas "sugestões para o relatório final a ser adoptado por todo o país na conferência nacional agendada para o final deste ano", acrescentou.
 
A comissão organizadora da Conferência Nacional "Caminhos para a Paz e Desenvolvimento" (COCN), que está a liderar o processo, foi reativada há um ano pelo parlamento a fim de reunir toda a sociedade para escolher o modelo adequado para a reconciliação na Guiné-Bissau.
Nas rondas preliminares, a conferência tem sido classificada como "um instrumento unificador" para o povo e em que a chave para o sucesso passa "por um diálogo franco e pelo perdão", concluiu.
 
O Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) apoia o processo no âmbito da resolução 2267, de Fevereiro de 2016, do Conselho de Segurança da ONU.
Naquela resolução, foi pediu à UNIOGBIS que apoie um "diálogo político inclusivo" e um processo de "reconciliação nacional" para "fortalecer a governabilidade democrática".
 
Lusa/Inforpress/fim
 



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